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Golpes pela internet durante a pandemia aumentaram em 88%: como se resguardar?


Entenda quais os principais métodos utilizados pelos fraudadores envolvendo bancos, contas e informações bancárias e previna-se.


Dentre as diversas mudanças na ordem social trazidas pela pandemia de

COVID-19, o mundo do crime não poderia ficar de fora. Pesquisas apontam que os golpes aplicados pela internet cresceram astronomicamente, e os principais envolvem mensagens falsas supostamente destinadas de bancos a clientes, pedidos de transferências de valores de fraudadores se passando por contatos da vítima e links falsos, todos motivados pelo intuito dos golpistas de roubar dados e dinheiro e coletar informações bancárias.


Das principais razões para a vulnerabilidade dos brasileiros a esse tipo de golpe estão o turbilhão de informações disponíveis na internet e bombardeando os usuários a todo tempo, além da urgência na obtenção de recursos financeiros ante as consequências econômicas da pandemia.


Tendo em vista o crescimento do número de golpes registrados, se faz necessário alertar os consumidores quanto à alta probabilidade de recebimento de mensagens e links falsos, sendo as principais fraudes:

  1. Clonagem do chip de celular e pedido de transferências bancárias endereçado a contatos da vítima, ou acesso a informações pessoais que são usadas em outros golpes: a clonagem do chip é processo relativamente simples, que envolve a autorização por funcionário de operadora de portabilidade dos dados de um chip a outro em branco, portado por fraudador;

  2. Pedidos de transferência bancária ou confirmação de dados: passando-se por bancos ou por contatos da vítima, os golpistas interpelam outrem pedindo a transferência de valores ou o fornecimento de dados pessoais necessários à prática de outros golpes;

  3. Envio de links falsos: por meio desse golpe, em um clique, é possível que os golpistas tenham acesso a informações pessoais da vítima, especialmente dados de acesso ao internet banking.

Nesse contexto, emerge a necessidade de redobrar a cautela ao navegar pela internet e aplicativos de troca de mensagens. Frisamos que em determinados casos é possível reaver os valores perdidos quando sofridos os referidos golpes mediante a propositura de demanda judicial. No entanto, o ideal é que se previnam os consumidores a fim de evitar transtornos e estresse decorrentes da fraude e dos prejuízos que acarreta.

O Escritório sugere algumas dicas para a prevenção desses golpes, que podem levar a grandes prejuízos:

  1. Não clique em links desconhecidos;

  2. Certifique-se sempre acerca das fontes de informação e proveniência da mensagem;

  3. Se receber mensagens de texto pedindo transferências, ainda que provindas de contato conhecido, faça uma ligação ao contato para confirmar se é efetivamente ele quem está solicitando os valores;

  4. Os bancos não pedem confirmação de informações por mensagem de texto, seja mediante qual aplicativo for. Assim, caso receba pedido de informações supostamente enviado pelo seu banco, pedidos de confirmação de cadastro ou qualquer espécie de solicitação no sentido de exposição de dados, entre em contato com a instituição bancária para confirmar a procedência;

  5. Desconfie das notícias mirabolantes! Não é prática de bancos e empresas multinacionais “doar” dinheiro ou produtos. Se receber mensagens de teor duvidosamente generoso, desconfie!

Conteúdo publicado por: Juliana Hoiser e Marcos Nunes


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