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Controladoria Jurídica



Entenda como a Tecnologia aliada a processos e boas estratégias, aceleram a produtividade do nosso Escritório.


Ainda visto com pouca atuação nos escritórios de advocacia em geral, é de suma importância a criação de práticas de gestão no ambiente jurídico atual. O grande salto para essa mudança ocorreu por conta das chamadas burocracias e a quantidade de dados manuseados todos os dias, principalmente com a revolução de novas tecnologias.

A controladoria canaliza e bombeia todas as ações táticas e estratégicas, funcionando como o “coração” de um escritório de advocacia ou qualquer empresa que disponha desse departamento interno.

Faz parte da visão corporativa, de objetivos e metas, traçando o planejamento estratégico, os planos táticos e executando o plano operacional. Conhecida pela sigla “CJ” de “Controller Jurídico”, ela serve para dar apoio às equipes técnicas na operacionalidade do dia a dia.

Usando a transformação digital ao seu favor, vem construindo vias para facilitar a manutenção dos trabalhos de alta confiabilidade e eliminar os riscos quando se trata de prazos e tarefas.

Faz parte de tal importante rotina o acompanhamento de agendamentos e verificação de prazos, pagamentos de custas, contratações e negociações de terceirizados, reporte ao cliente, dentre outras nuances diárias, sempre criando um banco de dados e extraindo a melhor logística para a equipe técnica jurídica.

O Controller Jurídico trabalha para afastar da equipe técnica (no caso de escritórios, dos advogados) as tarefas mais simples, ou seja, as não menos importantes, mas que somadas tomam um tempo que pode ser usado para aumentar a qualidade das estratégias em cada processo e, consequentemente, a quantidade e qualidade da entrega jurídica ao cliente e à demanda, seja ela extrajudicial ou judicial.

Conhecido também como o “guardião do software” o controller extrai do sistema o máximo de dados e informações necessárias para medir a produtividade, organizar os prazos e agendas, dando credibilidade ao trabalho técnico.

Para atingir a finalidade do seu trabalho, é fundamental a escolha de um sistema jurídico que atenda às necessidades de cada escritório.

O “CJ” é voltado também à qualidade, entendendo às indigências dos interessados dentro de uma empresa ou o que deles esperam uma prestação de serviços.

Cria mecanismos simples e busca o feedback com intuito de entender as mudanças que foram feitas ou tarefas praticadas no dia a dia.

O “CJ” usa ferramentas para medir todos processos através de indicadores, para verificar em premissas confiáveis se as áreas estão nos trilhos certos rumo ao sucesso. Não significa que com isso irá focar em defeitos e sim ajudar a cumprir os procedimentos de forma mais assertivas e simples.

Em 1963 a Duke University School Of Law, apresentou um estudo que trazia uma nova ciência às empresas voltadas a dados, em que se verificou que 53% ou mais do sucesso de atuação dos profissionais da advocacia se dava graças à “jurimetria”, tendo o conceito vindo de “Juri” (direito) e “metria” (medir).

Ao usar de suas ferramentas o controller prestigia a jurimetria, ou seja, a estatística dos dados extraídos e dos quais se tem prognósticos e contingências mais reais e uma melhor elaboração de teses., isso tudo através de um manual de procedimentos e gestão de softwares para facilitar o trabalho sem criar novas burocracias.

Esse conjunto de atividades agregam valor a um resultado, que são extraídos de informações de entradas, saídas e instruções de como fazer de modo mais rápido, simples, assertivo e seguro.

Conteúdo publicado por: Márcio Nunes Menk - Controller Jurídico

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